Nota

OS CÃES

 Sei que vou ferir suscetibilidades de loucos por cães, mas preciso desabafar pois essa febre está se tornando perturbadora.

 Sempre gostei de animais e pantas. Curto aves (associado da SOB e secretario, em SP), aquariófilo com diversos montados ao longo do tempo, orquidófilo e coleções de cactos .

Com o andar das responsabilidades para sobreviver e constantes mudanças, inclusie para a Bélgica, fui obrigado a me privar dessas alegrias, se bem  que com relação às aves, se antes  eu as mantinha em gaiolas, agora me contento em observá-las na natureza.

Só não tive nunca  apego a cães em casa. Tolero-os na casa  das outras pessoas desde que não interfiram no meu sossego, mas atualmente estão interferindo e muito.  Nos últimos 3 lugares que residi e resido atualmente, os cães da vizinhança são irritantes e cansativos, com seu vezo de latir para tudo e para nada. Principalmente os pequenos bostinhas de cãezinhos de madame. Vão ser chatos assim nas profundezas.

Esse pessoal abnegado e fissurado neles não fariam melhor cuidando de uma criança abandonada ao invés de um cão, para preencher suas carências?

Os cães são muito bonitinhos e agradáveis quando pequenos e ai as pessoas os adquirem ou os recolhes de doações e levam para casa para então descobrir que os cães tem muitas necessidades que tem de ser respeitadas e supridas. Principalmente carinho. Alguns os deixam presos e casa e apartamentos e vão cuidar de seus problemas e trabalhos, e ai o infeliz fica latindo e ganindo o dia inteiro até o dono voltar.

A maioria ao descobrir a quantidade de tratamento e afeto deve ser dispensada ao mesmo e não tendo tempo nem qualificação para isso, os abandona na rua. Tenho observado que  é quase comum se deparar com cães largados, formando bandos nas ruas e praças. Vejo muito isso em frente minha residencia, na praça.

Enquanto isso o número de cães está crescendo assustadoramente engordando o lucro das fábricas de ração e artigos de toucador para os mesmos.

Lembro do meu tempo de criança quando a “carrocinha” com os laçadores passava apanhando cães de rua no laço. Eram levados para um depósito da Prefeitura e os não reclamados no prazo, eram sacrificados e dados como alimento às feras do Bosque municipal. 

Felizmente isso terminou? Está na hora de repensarmos o assunto. Os  “cãzofilos” que se pronunciem!

 

 

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